Sou onde sôo
Ressôo até o inaudível
Entre ou outro e eu
tem pele, roupa, ar
Entre! É um convite,
pode se sentar e me diga: onde me situo?
Tome alguma coisa enquanto assento minha existência na sua
Encontros e desencontros acontecem
em tessituras com texturas contextuais
Há as abundantes, as setas, aliás…
Ah lá eu me perdendo em mim de novo, afundando em palavras que não boiam
Aprendi num café que a fala pra ser degustada deve ser pronunciada em goles
Mas penso em enxurrada e sigo boiando
Agrupando entre reino e classe, filo só fica a mente
Hic… hic…
Me resgata?
PaVi (re)nasce desde abril de 2016 pela extração tragicômica do viver da sonoridade rítmica de palavras que situam dores e outros sabores.
